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10/01/2014 - O mais bonito ponto turístico da BR-262 entre Vitória e Belo Horizonte

A BR-262, uma das mais estratégicas rodovias brasileiras, liga o Centro-Oeste do Brasil com a região leste do país e por ela escoam as riquezas econômicas e transita um expressivo fluxo de pessoas em deslocamento a negócios ou turismo.

 

Essa importante via acaba de ser contemplada com um dos seus mais importantes atrativos que é o espaço de convivência, inaugurado em dezembro, à altura do km 96,com o nome de Centro Cultural Villaggio d’Italia. Trata-se de um conjunto de atividades que privilegia a gastronomia, mas incorpora outros serviços criados para o acolhimento dos que o frequentarem. Não por acaso, no dia seguinte ao da sua inauguração, o empreendimento já recebia grupos de turistas atraídos pela beleza de suas instalações, usando-as como cenários para sucessivas sessões de fotografias.

 

Reproduzindo a arquitetura italiana típica, o Centro Cultural do Villaggio reúne delicatessen, cafeteria, restaurante, orquidário e loja de artesanato todos ambientados na temática principal, a da cultura italiana, e disponibilizando cardápios-gourmet que atendem aos paladares mais refinados. Cada estabelecimento recebe orientação técnica de modo a assegurar um nível de excelência na proposta do serviço. Assim é que o restaurante, Specialitá Gastronomiché tem cardápio assinado pelo chef e consultor gastronômico Ari Cardoso; o Caffè Villaggio d’Italia é gerido pelos baristas Rafael Marques e Carol Carvalho, que desenvolveram receitas  que acompanham os exclusivos blends  e sabores especiais encontrados no café gourmet.

 

A manifestação artística da rica região de Pedra Azul, traduzida em um artesanato delicado e bonito, encontra vitrine adequada  também no Centro Cultural, podendo ser apreciada ou adquirida na Casa Dell’Imigrante, um espaço sofisticadamente rústico, projetado  para refletir os traços característicos da cultura predominante.  No mesmo ambiente são comercializadas peças artesanais confeccionadas pela equipe de voluntárias do IJBS (Instituto Jutta Batista da Silva). Parte dos fundos arrecadados será destinada para obras sociais e o desenvolvimento de comunidades na região serrana.

 

O orquidário, ou “Orchidário”, como foi grafado para aí também espelhar a origem, abriga espécies puras e híbridas, típicas representantes das variedades encontradas na região. Dispõe de espaço próprio para exposição e fotografias e exibe o protótipo de um orquidário vertical como sugestão para ser replicado em ambientes urbanos e exíguos. A administradora da unidade é Mônica de Oliveira Costa, especialista na atividade e administradora  de um grande orquidário na região.

 

Festa na Montanha

 

A inauguração do Centro Cultural já apresentou de início a contribuição que o projeto deverá agregar ao destino turístico da Pedra Azul. Embora exuberante, o lugar ainda não dispõe de um ponto de aglutinação, tanto para acolhimento como para o oferecimento dos serviços que ali serão encontrados. Por isso o empreendimento funciona como um centro de vivência que permitirá tanto a turistas quanto aos moradores locais, oportunidade de interação e sociabilidade.

 

A solenidade de inauguração, prestigiada pelas principais autoridades e de famílias de sobrenomes tradicionais, reuniu um público numeroso e personalidades representativas. O clima festivo foi acentuado pela Cantata italiana, formada por um grupo de pais, filhos e netos de imigrantes que vivem na região, que prezam por manter suas tradições musicais. Um mini tombo da polenta, replicando simbolicamente o evento clássico e famoso da região, também foi proporcionado com um carrinho que distribuiu fartamente os petiscos a base de milho, pão e linguiça.

 

Empreendedores do agroturismo, que surgiu nacionalmente a partir do pioneirismo dos produtores de Venda Nova do Imigrante, também compareceram, dentre eles algumas “estrelas” locais, como a famosa Tia Cassilda Lorenção, conhecida pela qualidade do embutido de carne suína denominado Socol, que está em processo legal de registro de origem para ser identificado como produto de classificação típica regional. Socol, então, será só o de Venda Nova, o resto será embutidos. Leandro Carnieli, presidente do Montanha Convention Bureau, que agrega o trade turístico da região e se posiciona como a instância de governança do setor também compareceu. Trata-se de personalidade que obteve reconhecimento nacional a partir da semeadura da ideia do agroturismo, ainda nos anos 90. Outro empresário de destaque, devido ao arrojo do empreendimento que implantou na montanha, Waldeir Nunes, idealizador do Parque do China, também esteve presente motivado, segundo afirmou, pela “relevância do acontecimento”.

 

O prefeito de Domingos Martins, Carlos Prezotti, discursou na oportunidade enaltecendo e agradecendo ao espírito empreendedor do empresário Lucas Izoton, presidente do Grupo Izoton, que investe na região e responde por dois empreendimentos, o Hotel Bristol Vista Azul e o Condomínio e Resort Villaggio d’Italia. Depois de implantados esses negócios estarão oferecendo cerca de 300 postos de trabalho na região, número que se triplica quando se considera os empregos indiretos que decorrem da atividade principal.  Políticos com base eleitoral na região também compareceram, além de dirigentes de instituições de fomento e apoio ao empreendedorismo como o Sebrae, representado pelo seu diretor técnico, Benildo Denadai.

 

Um projeto inovador

 

O Centro Cultural do Villaggio d’Italia é um projeto específico que se acopla ao Villaggio D`Itália Residencia, SPA & Resort, mas sua função transcende a de um equipamento do próprio   residencial. Ele é, na prática, um equipamento comunitário, franqueado ao público e já concebido para o incremento turístico da região que até então se ressentia de um local de aglutinação e convivência como opção aos espaços restritos dos hotéis locais.

 

O Villaggio d’Italia Residencial, SPA e Resort foi projetado para permitir o desfrute da melhor e mais aprazível região do Espírito Santo dentro de um conceito de autonomia residencial. Sua concepção obedeceu a orientação do empreendedor Lucas Izoton no sentido de replicar a cultura predominante da região, italiana, o que exigiu algumas viagens à Itália em companhia dos arquitetos que desenvolveram o projeto, Heliomar Venâncio e Adriano Segantini. A partir desse conhecimento “in loco”, do modo de vida e da ambientação das típicas vilas italianas, os profissionais adotaram o conceito de vizinhança e convivência que se traduz pelo termo “villaggio”, recriando-o na parte mais nobre das montanhas do Espírito Santo.


 

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